Top Gun – Maverick

Já é de conhecimento público o quanto não gosto de escrever logo que termino de ver um filme – principalmente se gosto demais dele – isso me ajuda a não derramar uma verborragia desnecessária cheia de opinião enviesada. 

Dito isso, informo que por aqui sigo tão apaixonada pelo filme quanto no dia em que o vi pela primeira vez e gostei desde a primeira até a última cena, logo, nada adiantou deixar o tempo passar.

Não vou demorar nesse texto. Prometo.

Top Gun: Maverick já nasce como um clássico. Ele sobe nos ombros de Ases Indomáveis, lá de 1986, para se fazer visto e consegue entregar um resultado ainda melhor que o primeiro. 

Manobras, trilha, fotografia, roteiro – com ressalvas, foram feitos para encher os olhos do espectador de beleza e nostalgia. 

Nesse filme, Pete Mitchell (Cruise) volta para a academia para treinar jovens aviadores da Marinha e preparar uma equipe para uma missão especial. É nesse retorno a Top Gun que ele reencontra o Bradley Bradshaw (Miles Teller), filho do falecido amigo, tenente Nick Bradshaw.

Tom Cruise mostra mais uma vez a ótima forma, repete suas corridas, rouba várias vezes aviões, impressiona jovens pilotos e prova que consegue ser duas vezes galã mesmo com rugas e a distância de três décadas entre um longa e outro. 

Mas nesse ele não brilha sozinho. Destaque para Miles Teller- bronzeado, estiloso e que chega a tocar uma canção que seu pai e Pete cantaram lá no primeiro filme.

O filme traz um combo que investe em beleza (dos atores, cenários), romance adolescente (com quarentões), cenas de jovens felizes na praia, desafio pessoal,  boa música, atmosfera oitentista, muita amizade, amor e perdão. 

É certamente um dos filmes que nos fazem sair felizes da sala de cinema, mais leves e com a certeza que em meio aos filmes fast food de streaming, ainda vale muito a pena pagar para ir ver na tela grande. 

A partir de agora se torna  uma missão quase impossível querer falar de Tom Cruise sem mencionar Top Gun (era possível antes?). 

Ah, tem problemas

Perceba que aqui  eu só falo bem e passo pano para as tretas em relação a Kelly McGillies, para o fio fraquíssimo que une a personagem da Jennifer Connelly ao de Cruise e pra mais um fato que se falar aqui será spoiler. 

Ainda assim, deixo o trailer para você ver e quem sabe, ir assistir.

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