A Mulher Rei

“Mulheres são cidadãs de segunda categoria”

Ainda lembro quando vi a entrevista da Viola Davis falando isso e guardei essa frase. Ela se referia ao modo como as mulheres costumam ser tratadas na sociedade e o porque é tão importante ver filmes sobre guerreiras.

A Mulher Rei vai até 1800 para enaltecer o Reino africano dos Daomé e seu exército feminino, as Agogie.

Na trama, elas são lideradas por Nanisca (Viola Davis), que está formando a nova geração de guerreiras, as quais escolheram não casar, nem ter filhos e passam por rígidos treinamentos.

É interessante ver o papel da mulher que parece só ocupar três lugares: guerreira, escrava ou rainha.

Nanisca fazia parte do grupo das jovens rejeitadas por serem insubmissas. É uma mulher cheia de marcas, com traumas do passado – que são desvendados à medida que a narrativa avança – e uma força e resiliência que quase nos faz confundir o personagem com a atriz.

Afinal, Viola precisou demonstrar força e coragem dentro e fora das telas para levar um filme com atores majoritariamente negros e que foi dirigido por mulhere – Gina Prince-Bythewood, o que enriquece ainda mais seu propósito.

A Mulher Rei enaltece a força e poder das mulheres.

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